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Em São Luis Gonzaga, família do prefeito tutela pré-candidato que não consegue aparecer
Publicada em 27/07/2016 às 20:42:09

Com a retirada da pré-candidatura de Marcia Gomes (releia) da disputa pela prefeitura de São Luis Gonzaga, o clima é tenso entre os grupos políticos que disputam nos bastidores o apoio tanto de Márcia quanto do seu grupo político. 

A família do ex-prefeito Walter Lima Gomes demonstrava publicamente a indisposição com a pré-candidatura de Francisco Pedreira Martins Júnior (PDT). Júnior teria descumprido compromissos políticos assumidos na última disputa municipal, quando foi apoiado pelo ex-prefeito Walter e obteve 5.504 votos. Deslealdade custa caro em política, por isso hoje é certo que talvez um único membro da família o apoie, é o pré-candidato a vice-prefeito Manoel Gomes Neto (PCdoB).

Foi justamente para forçar um apoiamento do ex-prefeito Walter e colar o nome do líder político ao seu  que Júnior conseguiu seduzir Manoel Neto para se candidatar como vice. Adepto do jogo de cartas, o pré-candidato pedetista não demonstrou na política a mesma habilidade que apresenta na mesa de jogo e a tática fracassou. O fato é que Márcia Gomes retirou sua candidatura, justamente “para evitar expor a família a uma situação constrangedora de ter dois filhos disputando uma eleição em lados opostos”. E o apoio tão sonhado ficou no plano da utopia.

Com a saída da pré-candidata petebista restou aos outros dois pré-candidatos a prefeito tentarem buscar o apoio dos membros do seu grupo. O advogado Bismark Salazar (PP) poderá herdar esse capital ou parte dele, assim como o atual vice-prefeito e pré-candidato Neto Fortes (PMDB), este com maior chance de receber o apoio pois tem uma campanha mais estruturada feita pelo grupo do prefeito Emanoel Carvalho.

Apático, sem expressão política, Neto Fortes vive politicamente da fama do pai, o ex-prefeito Gonzaga Fortes. Foi eleito vice-prefeito na chapa de Emanoel Carvalho e durante os quatros anos adotou a mesma filosofia do prefeito e se manteve na sombra. Se o prefeito de fato era a primeira-dama Maria José Carvalho, o vice-prefeito era só um mais um nome na folha de pagamento legitimado pelo mandato popular.

Chegada a campanha, o que se vê é a repetição daquilo que é conhecido em muitas cidades. O grupo que administra a cidade se esmera, sua a camisa para projetar o ungido pela situação. No caso específico de Neto Fortes, a coisa é mais escancarada porque enquanto membros da família do prefeito fazem reuniões, tentam seduzir pré-candidatos para conseguir apoio, o maior interessado assiste placidamente.

Se eleito, manterá o mesmo comportamento? Não podemos afirmar, nem é objeto dessa matéria questionar a competência futura de qualquer candidato. O objetivo é desenhar o panorama de como se desenrola a sucessão.

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