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Clima em Bacabal é de normalidade apesar da disputa jurídica e política
Publicada em 29/10/2017 às 13:07:23

A disputa jurídica e política em que vive imersa a cidade de Bacabal não é o suficiente para alterar a rotina da cidade. Tudo transcorre dentro da mais perfeita ordem com as instituições funcionando normalmente e o cotidiano da cidade seguindo o seu fluxo normal. 

Esse é um fato curioso apontado por todos que chegam na cidade e, de fora, imaginavam que os bacabalenses estivessem em clima de comoção. 

Vários fatores contribuem para a normalidade. Primeiro que a disputa em torno da prefeitura de Bacabal não foi judicializada com o pedido para que o presidente da Câmara declarasse vago o cargo de prefeito, fato ocorrido na sexta-feira (27) releia aqui.

A judicialização da disputa começou desde a campanha eleitoral e se acentuou depois da eleição por ocasião da posse de José Vieira que assumiu por força de uma liminar do ministro GIlmar Mendes. 

Momentos mais tensos já foram experimentados pela sociedade bacabalense, como o episódio da eleição da Câmara. 

O episódio do momento que pode ser decidido pela canetada do desembargador Guerreiro Júnior (leia aqui) , é so mais um da novela em que se transformou a disputa que tem de um lado Roberto Costa e do outro José Vieira, tendo o Judiciário como o fiel da balança. 

Evidência de normalidade é o diálogo entre os poderes

Maior evidência do que afirmo, está nas palavras do jornalista Abel Carvalho que em seu conceituado blog, conta a negociação a respeito da presença do vice-prefeito Florêncio Neto para tomar posse na sessão convocada pelo presidente da Câmara de Vereadores: 

Um pedido informal feito pelo procurador-geral do município de Bacabal, advogado Ítalo Gomes, ao presidente da câmara de Bacabal, vereador Edvan Brandão (PSC), fez com que Brandão apenas abrisse e encerrasse a sessão ordinária convocada para este sábado, 28, e convocasse uma nova sessão extraordinária para a próxima segunda-feira, 30, às 10 horas.

Ítalo Gomes, além de procurador do município, é também amigo pessoal do vice-prefeito Florêncio Neto, e em nome dele, com o compromisso do seu comparecimento na sessão marcada para a segunda-feira, solicitou o adiamento da reunião extraordinária.

Gomes mostrou para Brandão que Neto vive um momento pessoal extremamente delicado, uma vez que acaba de perder o filho recém-nascido, e precisa se manter ao lado da família, recolhido ao seu luto, necessitando de tempo e de tranquilidade para se refazer do choque sofrido. A matéria completa pode ser lida aqui.

Aliados de Zé Vieira já manifestam tranquilidade

Depois da recusa do juiz Jorge Leite em conceder o Mandado de Segurança, muitos alidados do prefeito José Vieira já foram vistos a demonstrarem tranquilidade. Argumentam que mesmo que Zé Vieira nao retorne ao cargo pela via judicial, o comando da prefeitura estará nas mãos de um aliado, no caso o vice-prefeito Florêncio Neto. 

Entendendo a situação, o povo segue a sua vida se limitando a comentar e discutir o fato nos senadinhos da cidade, sem maiores alterações.

Eis uma boa notícia que se extrai de toda essa celeuma.

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